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BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, BARRA DA TIJUCA, Mulher, de 15 a 19 anos, Música, Moda MSN - lolololiveira@hotmail.com |



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Compulsiva, talvez influenciável
É bem verdade que por natureza eu sempre fui caseira, e assim, no produto final da minha vida cotidiana, existem parcelas do trabalho, família, amores, livros, música, filmes, algumas breves viagens e minhas caminhadas pelos entreveros da vida. Fiquei pensando; vez por outra, eu quebro a rotina e ainda por cima reclamo dela.
Em frente à tela do computador, tenho derramado lágrimas verdadeiras como poucas vezes derramei na vida real. Lágrimas de alegria, de êxtase, de saudade, de emoção, e porque não dizer, de profunda comunhão com outro ser.
Por esta "telinha mágica" chegam imagens celestiais que enchem meus olhos, músicas que atordoam a mente, textos para profunda reflexão, poesias dos imortais e poesias de ilustres desconhecidos, que às vezes para mim, se imortalizam através de um único poema.
Eu me questiono muito e talvez outros internautas também se questionem, sobre até que ponto, não estamos invertendo a ordem natural da própria vida, nesta troca do virtual pelo real. Existem seqüelas negativas ou positivas? Essa troca é construtiva ou destrutiva?
Confesso que não sei. Talvez seja apenas mais uma fase da vida. Ainda que minha vista esteja péssima, minha coluna mais torta do que já era, tudo que sei é que, neste momento minha mente e boa parte do meu coração estão sendo espelhados na pequena tela deste monitor.
Quando sento aqui e me ponho a digitar, sinto esta fantástica ferramenta em minhas mãos, que agora me segura de forma quase compulsiva, a escrever, escrever e escrever.

Escrito por Carol às 12h41
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Quem pensa que para se manter uma relação só é preciso de amor, esta muito enganado. Um relacionamento não vive só de amor, o amor não é auto-suficiente ele não vive por si só. Ele precisa de confiança, respeito, afeto, amizade, cumplicidade e muito mais para viver e evoluir em um relacionamento. Sem isso o amor simplesmente vai enfraquecendo, morrendo aos poucos... E o que era belo se torna feio, a mágica torna-se uma simples farsa. E onde havia rosas, só restou os espinhos... Pois, Quem ama confia, Quem confia se entrega, Quem se entrega da muito carinho, afeto, Quem doa carinho e afeto lhe conforta com a amizade, Quem é amigo é cúmplice. Quem é cúmplice no amor respeita o outro. Quem respeita é respeitado
Esta é à base de tudo na vida... Amor, Confiança e Respeito. Por isso meus amigos e amigas amem muito, ame completo para que o amor floresça e de frutos na vida de vocês! Cuide bem do amor! Um grande beijo, cheio de saudades.

Escrito por Carol às 12h40
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Menina, mulher amante
Menina, mulher amante, com seus olhos brilhantes, quero ter você por um instante, e beber teu prazer constante... Beijar o teu corpo gostoso, lamber seu pescoço, e ser grudento aos poucos... Se te quero tanto assim, nesta ilusão tão ruim, é porque para mim, és um castigo sem fim... Na minha serra querida, tu és a minha guia, te quero nua de dia, nem que seja por fantasia...
Escrito por Carol às 12h40
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O deslizar
Deslizo A sua imagem pelo meu pensamento O seu cheiro pelo meu sangue A sua voz, as suas palavras pelo meu desejo
Deslizo As minhas mãos por entre as suas coxas A minha boca pelos seus lábios O meu corpo pelo seu
Deslizo Tudo o que pode haver no mundo E que no entanto somos só nós duas A dançar como imagens oníricas
Deslizar de sonhos de espaços intermináveis De amores, paixões incontroláveis Infinitas
Deslizo Trêmula, nervosa pelo meu desejo De não deixá-la deslizar Por entre as minhas mãos

Escrito por Carol às 12h40
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Sugar
Me dá meu beijo me suga feito redemoinho para o centro da luz que me espera
Sem pressa e gulosa ao mesmo tempo sem tempo de esperar como quem vai morrer amanhã
Deixa encravada na pele o cheiro da manhã a nos envolver a enternecer tanta vida que suspira que reflete em cada ato em cada tato em cada canto do meu quarto
Escrito por Carol às 12h39
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leru leru!!escroto isso!
Escrito por Carol às 12h38
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MEDITAR E COÇAR, É SÓ COMEÇAR
Resolvi que vou aprender a meditar. Pelo que li - e se é que entendi - trata-se de tentar aplacar a tagarelice aguda do cérebro. Não é fácil. Uma das técnicas sugere que a pessoa tente se concentrar na própria respiração. Caso surja algum pensamento - o que certamente acontecerá - o segredo é interrompê-lo, até que outro começo de falatório mental apareça, que seja interrompido, e assim por diante.
Imagino que meditar seja parecido com andar de bicicleta ou datilografar: treino, falta de paciência no início, a certeza de que somos a mais idiota das amebas e, um belo dia, se formos persistentes, a sensação de que já nascemos sabendo fazer aquilo. Dizem que meditação faz muito bem, e eu acredito piamente nisso. Deve ser muito bom conseguir fazer a própria cabeça calar a boca de vez em quando.
O fato é que tenho "treinado" uma vez aqui e outra ali, dando atenção especial a uma recomendação bem interessante: atitude contemplativa. Se ouvir um som, não fique matutando sobre sua origem. Apenas ouça. Não tente "não pensar". Deixe que as idéias venham para depois interrompê-las. Caso resolva imaginar uma cena, apenas observe.
Pois é. Tenho tentado ser contemplativa com as coceiras. Sempre que tento relaxar, infinitas partes do meu corpo cismam de coçar, arruinando completamente meu momento zen. Um belo dia, porém, tive um insight: atitude contemplativa também com as coceiras! Olha, pode ser que eu nunca aprenda, de fato, a meditar, mas hoje consigo, mais do que jamais imaginei que conseguiria, suportar comichões sem me coçar. E mais: a sensação, quando sentida com atenção, é, pelo menos, interessante.
E sabem o que mais? Calar a boca do cérebro não é apenas interromper pensamentos. A tal contemplação pressupõe, imagino, desligar um pouco nossa configuração prévia, aquela que nos impede, por exemplo, de olhar para uma palavra escrita e ver apenas grafismos destituídos de significado.
Será que um monge daqueles bem craques consegue neutralizar o cérebro a esse ponto? Não faço idéia. Eu, que sou (ou me finjo de) modesta, já me dou por satisfeita com essa minha nova e inesperada capacidade de suportar coceiras, não por ignorá-las mas, justamente, por estar inteiramente atenta a elas.

Escrito por Carol às 12h38
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Você sabia???

Você sabia que quando você inveja alguém, é porque você realmente gosta dessa pessoa?
Você sabia que aqueles que demonstram ser fortes no coração, são realmente fracos e sucessiveis?
Você sabia que aqueles que gastam tempo protejendo os outros são aqueles que realmente precisam de alguém para protejê-los?
Você sabia que as três coisas mais difíceis de se dizer são: Eu te amo, desculpa e me ajude. As pessoas que dizem isso são aquelas que na verdade precisam delas ou realmente sentem elas, e são aquelas que você realmente precisa apreciar, porque elas disseram aquelas palavras.
Você sabia que pessoas que se mantém ocupadas em manter a compania dos outros ou ajudando os outros são aquelas que na verdade precisam da sua compania e ajuda?

Você sabia que aqueles que vestem de vermelho são mais confiantes neles mesmos?
Você sabia que aqueles que se vestem de amarelo são aqueles que apreciam sua beleza?
Você sabia que aqueles que se vestem de preto são aqueles que não querem ser reparados e precisam da sua ajuda e compreensão?
Você sabia que quando você ajuda alguém, a ajuda é retornada em dobro?
Você sabia que aqueles que mais precisam de você são aqueles que não mencionam isso pra você?

Você sabia que é mais fácil falar o que você sente escrevendo isso do que falando isso na cara da pessoa? Mas você sabia que é mais valioso quando você fala isso na cara da pessoa?
Você sabia que o que é mais difícil pra você falar ou fazer é muito mais valioso do que qualquer coisa que você possa comprar com dinheiro?
Você sabia que se você pedir algo com fé, seus desejos serão garantidos?
Você sabia que você poderia realizar seus sonhos, como se apaixonar, se tornar rico, manter-se saudável, se você pedir isso com fé, e se você realmente soubesse, você ficaria surpreso pelas coisas que você poderia fazer.

Mas não acredite em tudo que eu te falei, até que você tente isso sozinho, se você conhece alguém que precisa de algo que eu te falei aqui, e você sabe que pode ajudar, você verá que isso será retornado em dobro.
VOCÊ SABIA QUE VOCÊ SEMPRE PODE CONTAR COMIGO???... NO MOMENTO, HORA E LUGAR QUE VOCÊ PRECISAR DE MIM, ME LIGA, EU ESTAREI LÁ COM VOCÊ!!!!!
"Um dia, nós pessoas tristes iremos mudar o mundo...ou nós já estamos mudando ele" A BOLA ESTÁ NAS SUAS MÃOS... Se o mundo fosse acabar em 24 horas, todas as linhas telefônicas, salas de bate-papo e e-mails ficariam sobrecarregados pelas pessoas mandando menssagens para outras, dizendo: "Eu sinto muito por ter feito você se sentir mal", "Me perdoe", "Eu te amo", "Eu te seguro no alto", "Cuide-se" e às vezes "Eu sempre te amei, mas nunca te contei".
 Hoje, a bola da AMIZADE está nas suas mãos, mande isso para aqueles quem realmentesão seus amigos (incluindo eu se pra você eu sou um deles). Também, não se sinta mal se ninguém mandar isso de volta, você descubrirá que você irá pegar a bola para outras pessoas quererem mais...
Escrito por Carol às 12h37
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REPLAY
Passei um tempão sem ler. Antes eu lia compulsivamente e, na maioria da vezes, porcaria. Mas lia. Estou me recuperando. Só que, em vez de ler, estou relendo. Pelo menos são coisas boas.
Atualmente estou com Hospício é Deus, de Maura Lopes Cançado. O próximo, eu acho, será Angústia, de Graciliano Ramos. Tô barra pesada demais? Que nada! São livros maravilhosos e a releitura, tenho certeza, vai me fazer bem.
Escrito por Carol às 12h36
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A carícia perdida
Sai-me dos dedos a carícia sem causa, Sai-me dos dedos... No vento, ao passar, A carícia que vaga sem destino nem fim, A carícia perdida, quem a recolherá? Posso amar esta noite com piedade infinita, Posso amar ao primeiro que conseguir chegar. Ninguém chega. Estão sós os floridos caminhos. A carícia perdida, andará... andará... Se nos olhos te beijarem esta noite, viajante, Se estremece os ramos um doce suspirar, Se te aperta os dedos uma mão pequena Que te toma e te deixa, que te engana e se vai. Se não vês essa mão, nem essa boca que beija, Se é o ar quem tece a ilusão de beijar, Ah, viajante, que tens como o céu os olhos, No vento fundida, me reconhecerás?
Escrito por Carol às 12h35
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FLORES
À flor da pele, à flor da Terra... Querem saber? Eu gosto de flores.
 
 
Escrito por Carol às 12h35
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Escrito por Carol às 12h35
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Numa época da minha vida aí, enquanto era uma menina feliz que nunca havia se envolvido de verdade com ninguém e tinha um monte de convicções e fazia um monte de teorias a respeito de relacionamentos amorosos, eu achava que uma possível facilidade da coisa poderia se resumir a nunca transpor uma certa linha. Essa linha significava não se permitir um "gostar excessivo". Uma espécie de controle de intensidade. Significava não deixar que uma pessoa penetrasse de tal forma em sua vida a ponto de achar que sem ela as coisas fariam menos sentido. Significava barrar essa pessoa em determinadas portas, Ei, aí você não entra!. Significava uma garantia de poder respirar saudável e ileso caso a referida pessoa resolvesse arrumar suas coisas e se mandar, porque, vocês sabem, é o que sempre acontece no fim das contas.
(Acho que exatamente em função do meu pretenso caminho fácil que já tinha o prazo de validade de duas semanas pré-determinado em todos os meus relacionamentos. Ha, ha.)
Não sei exatamente quando nem porque a coisa desandou. Acho que foi pura distração, e quando reparei, já havia me perdido. Veja só que merda, você se apegou muito a alguém. E aí percebi que o que era sustentável na teoria não se confirmava na prática, ninguém consegue se manter alerta o tempo todo e não correr o risco de de repente se surpreender apaixonada. Caminho fácil? Que falácia. Não existe caminho fácil. Talvez não exista nem caminho feliz. Porque todo amor acaba, e sempre em desamor, e vai doer, e você vai chorar, e vai se sentir patética por um tempo razoável. Tudo isso na melhor das hipotéses, já que na pior das hipotéses, bem, na pior das hipóteses não acontece nada. Na pior das hipóteses você nunca experimenta transpor a linha, não se permite olhar de perto a beleza de um sentimento, não sabe como é o calor da proximidade. E fica querendo se convencer de que a segurança do superficial é a melhor opção. Percebi que não é, não.

Escrito por Carol às 12h34
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Numa época da minha vida aí, enquanto era uma menina feliz que nunca havia se envolvido de verdade com ninguém e tinha um monte de convicções e fazia um monte de teorias a respeito de relacionamentos amorosos, eu achava que uma possível facilidade da coisa poderia se resumir a nunca transpor uma certa linha. Essa linha significava não se permitir um "gostar excessivo". Uma espécie de controle de intensidade. Significava não deixar que uma pessoa penetrasse de tal forma em sua vida a ponto de achar que sem ela as coisas fariam menos sentido. Significava barrar essa pessoa em determinadas portas, Ei, aí você não entra!. Significava uma garantia de poder respirar saudável e ileso caso a referida pessoa resolvesse arrumar suas coisas e se mandar, porque, vocês sabem, é o que sempre acontece no fim das contas.
(Acho que exatamente em função do meu pretenso caminho fácil que já tinha o prazo de validade de duas semanas pré-determinado em todos os meus relacionamentos. Ha, ha.)
Não sei exatamente quando nem porque a coisa desandou. Acho que foi pura distração, e quando reparei, já havia me perdido. Veja só que merda, você se apegou muito a alguém. E aí percebi que o que era sustentável na teoria não se confirmava na prática, ninguém consegue se manter alerta o tempo todo e não correr o risco de de repente se surpreender apaixonada. Caminho fácil? Que falácia. Não existe caminho fácil. Talvez não exista nem caminho feliz. Porque todo amor acaba, e sempre em desamor, e vai doer, e você vai chorar, e vai se sentir patética por um tempo razoável. Tudo isso na melhor das hipotéses, já que na pior das hipotéses, bem, na pior das hipóteses não acontece nada. Na pior das hipóteses você nunca experimenta transpor a linha, não se permite olhar de perto a beleza de um sentimento, não sabe como é o calor da proximidade. E fica querendo se convencer de que a segurança do superficial é a melhor opção. Percebi que não é, não.

Escrito por Carol às 12h34
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